Um amigo contou-me certa vez que fora junto com outro colega visitar um país vizinho onde se falava castelhano. Querendo tomar um sorvete e confiando na pretensa semelhança das línguas, o colega não titubeou ao ver um sorveteiro. Caminhou confiante até o mesmo e delicadamente pediu:
“Por favor, um sorviete de molhango” (Isso mesmo caríssimos, um “sorvete de morango”)
O vendedor sem entender o que queria o cliente, perguntou:
“Que?”
Nosso herói repetiu, desta vez pausadamente (como se o outro é que não conhecesse o idioma ):
“Um sor-vie-te de mo-lhan-go!”
O vendedor, notando que nosso herói não falava o idioma nativo, mas sabendo que ele desejava um sorvete, pôs-se a mostrar seus produtos. Retirando copinho por copinho, ia mostrando ao cliente o que tinha para vender, para ver se em algum momento agradava-o. Repetidamente mostrou as opções de sorvete, enquanto perguntava:
“És ese?”
“És ese?”
Ao que nosso herói repetia:
“No!”
“No!”
Por fim, mostrou o copinho com sorvete de morango. O cliente, feliz, apontou:
“Esse!”
Ao que o sorveteiro, sorrindo, corrigiu:
“Ah, um helado de frutillas!”
“Por favor, um sorviete de molhango” (Isso mesmo caríssimos, um “sorvete de morango”)
O vendedor sem entender o que queria o cliente, perguntou:
“Que?”
Nosso herói repetiu, desta vez pausadamente (como se o outro é que não conhecesse o idioma ):
“Um sor-vie-te de mo-lhan-go!”
O vendedor, notando que nosso herói não falava o idioma nativo, mas sabendo que ele desejava um sorvete, pôs-se a mostrar seus produtos. Retirando copinho por copinho, ia mostrando ao cliente o que tinha para vender, para ver se em algum momento agradava-o. Repetidamente mostrou as opções de sorvete, enquanto perguntava:
“És ese?”
“És ese?”
Ao que nosso herói repetia:
“No!”
“No!”
Por fim, mostrou o copinho com sorvete de morango. O cliente, feliz, apontou:
“Esse!”
Ao que o sorveteiro, sorrindo, corrigiu:
“Ah, um helado de frutillas!”